Blog

estresse dentes

Você sabia que o estresse pode fazer mal aos seus dentes?

Pesquisadores concluíram que níveis elevados de cortisol (hormônio produzido pelo organismo em níveis mais altos sob estresse) podem reduzir a imunidade do corpo e torná-lo mais suscetível à doença gengival. Eles também apontaram que as pessoas estressadas têm maior probabilidade de desenvolver hábitos que promovem doenças periodontais, como tabagismo, dieta desequilibrada, não prestar atenção nos dentes e gengivas ou adiar as visitas ao dentista. A recomendação dos pesquisadores é reduzir ao máximo os níveis de estresse para proteger a saúde bucal.

Quando uma pessoa está sob estresse, o corpo produz quantidades excessivas de uma substância chamada cortisol, que tem a capacidade de enfraquecer o sistema de defesa do corpo. Para as pessoas que cuidam de familiares com câncer ou Alzheimer, elas são mais suscetíveis à doença periodontal (doença gengival), pois começam a produzir cortisol em excesso. A razão apontada pelo estudo é que essas pessoas prestam mais atenção aos parentes doentes, mas esquecem de cuidar de si mesmas.

A relação entre esse hormônio e o sistema de defesa foi bem estabelecida na ciência. Sempre que uma pessoa produz muito cortisol, ela se torna mais fraca e mais propensa a ficar doente. Portanto, quando estamos passando por períodos estressantes, geralmente pegamos um resfriado. Obviamente, a doença periodontal também pode ser causada pelo mesmo motivo.

A doença periodontal ou periodontite previamente conhecida destrói os tecidos que sustentam os dentes. Entre esses tecidos está o osso implantado na raiz do dente, chamado osso alveolar, que é a cola que cobre e protege o osso e algumas fibras chamadas ligamento periodontal. Eles conectam a raiz do dente ao osso. Quando a doença periodontal se desenvolve e, portanto, destrói esses tecidos de suporte, as pessoas tendem a perder dentes. Mesmo com a idade, as pessoas têm menos cáries e mais doenças periodontais.

Esse problema não causa dor, o que dificulta muitas pessoas. Portanto, recomenda-se prestar atenção a outros sintomas comuns: vermelhidão, inchaço, sensibilidade ou sangramento das gengivas, mau hálito persistente, gosto ruim na boca, mobilidade dos dentes e adaptação de dentaduras durante a mordida. Se você notar algum desses sinais, procure um dentista.